terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Trânsito

Quando se fala em acidente de trânsito, o Brasil possui um saldo assustador. É necessário mais atenção, educação, calma e respeito dos condutores. Qualquer distração pode ser fatal. Este comercial é incrível.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

sábado, 17 de dezembro de 2011

Sobre Leituras

Há uns cinco ou seis anos atrás, descobri o verdadeiro amor pela leitura. Quando no colégio também li vários outros livros, mas esses por obrigação. Talvez essa seja a pior estratégia do ensino público. Dizer para o aluno que ainda não tem intimidade com a leitura que ele deve ler uma obra por obrigação, isso torna a tentativa de incentivo ainda mais ineficaz. 
Como já ouvi e li vários conselhos sobre incentivo à leitura, acredito que todos chegaram ao senso comum. Primeiro, leitura tem que ser natural. E segundo, comece por aquilo que lhe agrada, que de fato faça com que tenha interesse. 


Nossa literatura é vasta, mas quando no colégio, somos obrigados a mergulhar nas grandes obras, muitas dessas exigem um entendimento mais intimo do leitor. Bom, acredito que não tenha necessidade de listar essas obras para não causar um frio na espinha, não é? De três anos pra cá, venho apreciando vários tipos de leitura. 
Do gosto pessoal, ao necessário para os estudos. Toda leitura tem sua relevância, por mais que pareça que não. 


Sim, existe livro chato, não tem essa de que toda leitura é perfeita. 
Mas mesmo quando à leitura não agrada, você aprende algo, tenha certeza. Mesmo que seja para não ler outro livro do gênero, mas aprende. Aproveitando o fim de ano, quero dividir com você minha mais nova leitura.



Este livro aborda o processo criativo coletivo, é fascinante. Imagine você desvendar os segredos dos mais eficientes criativos do mundo. Esses que apresentaram ao mundo: Toy Story, Monstros SA, Nemo, Os Incríveis e etc. 
 Administrar o coletivo não é nada fácil onde o ego impera. E o livro vai a fundo citando exemplos de como souberam lidar com essas situações. Não é um livro muito extenso, porém, o conteúdo é riquíssimo e pode ser aplicado por qualquer empresa que deseja alcançar o sucesso dentro do coletivo, sabendo como fazer com que a equipe trabalhe com você e não para você.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Receita pra lavar palavra suja


Como é lindo este poema. 

Mergulhar a palavra suja em água sanitária.
Depois de dois dias de molho, quarar ao sol do meio dia.
Algumas palavras quando alvejadas ao sol
adquirem consistência de certeza. Por exemplo a palavra vida.
Existem outras, e a palavra amor é uma delas,
que são muito encardidas pelo uso, o que recomenda esfregar
e bater insistentemente na pedra, depois enxaguar em água corrente.
São poucas as que resistem a esses cuidados, mas existem aquelas.
Dizem que limão e sal tira sujeira difícil, mas nada.
Toda tentativa de lavar a piedade foi sempre em vão.
Agora nunca vi palavra tão suja como perda.
Perda e morte na medida em que são alvejadas
soltam um líquido corrosivo, que atende pelo nome de amargura,
que é capaz de esvaziar o vigor da língua.
O aconselhado nesse caso é mantê-las sempre de molho
em um amaciante de boa qualidade. Agora, se o que você quer
é somente aliviar as palavras do uso diário, pode usar simplesmente
sabão em pó e máquina de lavar.
O perigo neste caso é misturar palavras que mancham
no contato umas com as outras. Culpa, por exemplo,
a culpa mancha tudo que encontra e deve ser sempre alvejada sozinha.
Outra mistura pouco aconselhada é amizade e desejo, já que desejo,
sendo uma palavra intensa, quase agressiva, pode,
o que não é inevitável, esgarçar a força delicada da palavra amizade.
Já a palavra força cai bem em qualquer mistura.
Outro cuidado importante é não lavar demais as palavras
sob o risco de perderem o sentido.
A sujeirinha cotidiana, quando não é excessiva,
produz uma oleosidade que dá vigor aos sons.
Muito importante na arte de lavar palavras
é saber reconhecer uma palavra limpa.
Conviva com a palavra durante alguns dias.
Deixe que se misture em seus gestos, que passeie
pela expressão dos seus sentidos. 
À noite, permita que se deite,
não a seu lado mas sobre seu corpo.
Enquanto você dorme, a palavra, plantada em sua carne,
prolifera em toda sua possibilidade.
Se puder suportar essa convivência até não mais
perceber a presença dela,
então você tem uma palavra limpa.
Uma palavra limpa é uma palavra possível.

Por Viviane Mosé.

Visite também o site: http://www.vivianemose.com.br/

Paulo de Faria em clima de Natal




Para visualizar mais imagens, indico o blog da Jhu. Ela dedica vários de seus clicks à nossa cidade. Talentosíssima. 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Blog Music

Assistindo ao programa X-Factor USA, descobri o porquê os EUA são vistos como fábrica do entretenimento. Só existem dois motivos. Primeiro, eles levam a sério, e segundo, ninguém faz com tanto profissionalismo como eles. Além de fábrica de cantores/atores/modelos/esportistas e etc. Também, uma fábrica de formatos. Entenda como formato, esses programas enlatados que não são só copiados pela televisão brasileira, e sim pelo mundo. O X-Factor segue a mesma linha do American Idol (Ídolos aqui no Brasil). Mas diferente daqui, lá eles encaram um concurso de música com muito profissionalismo, a estrutura montada é incomparável com o circo feito aqui. Embora nos EUA também tenha muito lixo musical, os programas musicais têm qualidade excelente. Dá pra tirar um tempinho e ver os novos artistas que certamente em pouco tempo estarão no topo da Billboard (lista das músicas mais tocadas no mundo). Não defendendo os EUA, mas aqui no Brasil não dá pra levar a sério uma emissora que compra os direitos do formato e ela após o fim do programa não apóia o artista. 

X-Factor USA

 

 X-Factor UK

 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. 
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. 
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. 
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. 
Deles não quero resposta, quero meu avesso. 
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. 
Para isso, só sendo louco. 
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. 
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. 
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. 
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. 
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. 
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. 
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. 
Não quero amigos adultos nem chatos. 
Quero-os metade infância e outra metade velhice! 
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. 
Tenho amigos para saber quem eu sou. 
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

Oscar Wilde 

Comunicação

Para quem acredita que o nosso direito à comunicação é respeitado, não pode deixar de conferir esse vídeo. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A Dama Que Palita os Dentes

Queria comentar esse texto, porém, é desnecessário pela riqueza do conteúdo. Leia com muita atenção.

Quando eu menos esperava, alguém disse ao meu lado: “Por que você não escreve sobre a morte?”.
(…)


Pois, como escrevi e disse várias vezes, somos uma sociedade agitada, mas sem muita alegria.


Muita gritaria, pouca comunicação. Muita exibição de sensualidade, tantas vezes artificial e forçada, mas pouco amor.
Muito palavrório, pouca realização.


Muitas receitas sobre como educar os filhos, por exemplo, e a meninada tantas vezes sem compustura ( e nós?, e nós?), cheia de exigências, quando deveria era reclamar por estudo melhor, mais rigoroso, mais exigente, melhores professores, mais bem pagos e mais exigidos também. Mas queremos tudo simples e simplificado, queremos logo um bom emprego, de preferência de chefe, claro, quem quer ter de subir no emprego, quem quer ter de subir na vida?


A gente quer estar logo no topo, ganhando bem, e nada de supervisor espiando por cima do ombro para ver se estamos trabalhando no computador ou entrando no face, no twitter, na pornô.
A gente não quer saber de nada sério, morte é coisa de velho,porém, como dizia a Clarice, a Lispector, ” um dia, tinha se passado vinte anos.”


Um dia terão se passado quarenta anos, cinquenta, e a gente não vai nem saber que viveu, porque viveu, como continua vivendo.


” Desperdício” é uma das palavras que mais detesto na nossa língua e na nossa realidade. Desperdício de comida e dinheiro, de esforço, e de vida.


Desperdício dos afetos, quando enganamos ou traímos. Quando somos irresponsáveis feito adolescentes eternos, e não acho graça nenhuma nisso. Atitudes de criança e de adolescente são toleráveis ou até graciosas na idade devida. Depois ficam chatas, depois ficam inconvenientes, ficam burras.


Quando penso na morte, não é só como a sombra da separação, mas como esse enigma que nos espia no fundo de um espelho onde, se sorrimos, nosso reflexo pode não sorrir - e aí o que a gente faz? Aí a gente se arrepende das besteiras, das bobagens, não daquelas naturais, normais - porque não somos perfeitos, que os deuses nos livrem das pessoas exemplares - mas da grande bobagem de ter vivido sem perceber, sem curtir.


Não a curtição da bebida, da droga, da promiscuidade, mas da coisa profunda e gostosa dos bons afetos, da maravilhosa natureza. Dos trabalhos humanos que nos fizeram chegar das cavernas dos trogloditas até a mais apurada tecnologia que nos permite ver e ouvir pessoas amadas a milhares de quilômetros de distância, conhecer culturas, entender gentes, apreciar a arte, percorrer a natureza a mais remota, sem sair da mesa do computador.


O olhar da velha dama à espreita com seus olhos de gato, palitando os dentes como se não tivesse pressa, pode nos levar a mudar um pouco o mundo,sendo interessados, descentes, compassivos, leais. Isto é o que, talvez, a ideia eventual do efêmero de tudo pode nos trazer, sem drama: a consciência do nosso valor, da nossa capacidade, da nossa importância.
Lya Luft
Fonte:
(Veja, edição 2244 - 23/11/2011 - página 28).

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Capitalismo, TICs e consumismo.

O capitalismo sustenta-se no fomento incessante ao consumismo, acelerando a acumulação por uma parte da sociedade. Trata-se de um modelo em que a necessidade de consumo é explorada de forma sempre crescente, a fim de manter o melhor desempenho de seus agentes constituintes com o máximo de retorno e, desta forma, funcionando o todo social. Os esforços para estimular uma sociedade movida pelo consumo crescem de maneira gradativa, com publicitários, especialistas em marketing, executivos em geral e empresários ocupando-se em trazer soluções de consumo para a nova massa que surge, ao mesmo tempo em que cria atrativos para os segmentos já integrados, provocando a inovação permanente. Para tanto, as tecnologias de informação e comunicação (TICs) são grandes aliadas. Elas possibilitam o desenvolvimento de produtos cada vez mais bem elaborados e portadores de funções facilitadoras, gerando na sequência novas necessidades e o must buy. O celular e a internet são exemplos já incorporados ao cotidiano e ao modo de vida dos cidadãos, agindo, inclusive, como agentes transformadores das relações sócio-econômico-culturais. Explora-se, com o estímulo a novas necessidades, o desejo de se estar dentro do circuito do mais novo, melhor e mais funcional dos mundos, incentivando a constante renovação dos dispositivos tecnológicos. É o ciclo do consumo sem fim, onde a obsolescência forçada é fundamental. O enigma da superação A tecnologia tem um papel essencial na facilitação do consumo, estimulando a compra impulsiva e desnecessária, desta forma beneficiando corporações e dando força à orientação econômica vigente. Nesse quadro inserem-se as lojas online, acessíveis sem sair de casa através de mecanismos que permitem o pagamento por esses produtos de forma rápida e segura com alguns cliques de mouse e via cartão de crédito (na maioria das vezes com juros elevados pela não quitação integral do débito, gerando endividamento elevado e contínuo). Dentro de algum tempo, a TV digital trará a possibilidade de comprar produtos de comerciais com o próprio controle remoto, pois tudo estará interligado, se definido o canal de retorno. 


 Circula na internet o vídeo We Are the Future (Nós Somos o Futuro, disponível aqui), em que adolescentes na faixa de 13 anos argumentam que os profissionais de marketing devem rever a maneira de fazer comunicação. A justificativa é que a massa consumista está crescendo de tal modo que o futuro das marcas será por ela determinada. Comentam sobre os formadores de opinião, salientando ser necessário que as empresas paguem esses consumidores alfas, pois sua atitude influenciará diretamente os padrões de compra generalizados, o que reforça a ideia de que todos cada vez mais trabalham pelas marcas, gratuitamente, como se isto fosse inclusão. Sendo o consumo a base da economia capitalista, de produção e demanda, de compra e venda, os profissionais responsáveis pela criação de uma condição favorável à aceleração da circulação estão cada vez mais atentos, ousados e valorizados. Suas investidas criam situações não raro inimagináveis, sempre procurando favorecer a circulação de mercadoria e capital. A pergunta que fica no ar é até quando tudo isso será sustentável. Chegará o dia em que o próprio ser humano será colocado para comercialização como um bem de consumo? Ou esse dia já chegou, sem que nem fosse percebido? Tudo isso denota a existência de um sistema que, longe de ser autossustentável, traz o enigma de sua superação na sua própria concepção. 


 *** [Valério Cruz Brittos e Jéssica M. G. Finger são, respectivamente, professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos e graduanda em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na mesma instituição] 


 Fonte: http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed671_capitalismo_tics_e_consumismo

Como montar uma apresentação

Durante o andamento do curso Técnico em Publicidade, fazemos muitas apresentações. Acredito nesse método utilizado pelo SENAC. Acredito que a pratica sempre será mais importante que a teoria, embora teoria também tenha sua relevância. Sempre recebo com muita atenção as observações feitas pelos professores no que diz respeito as nossas apresentações. Vender uma ideia, um conceito não é tão simples. Isso exige uma apresentação bem estruturada, com argumento convincente, mas não se trata apenas de expor uma ideia com intuito de convencer. Vai muito mais além, estou falando de uma ideia que de fato funcionará tanto no pratico como no teórico. Olhando meu facebook, encontrei um vídeo que aborta este tema, de como montar uma apresentação de forma correta e criativa, com ótimas dicas de como evitar aquelas apresentações chatas. O vídeo é uma aula. Para quem trabalha no ramo ou tem um trabalho que envolve apresentação, indico o vídeo abaixo.  




Sensacional.

Dance como se ninguém estivesse olhando

É tão bom quando se tem oportunidade de participar de algo que contribui. De uns tempos pra cá tenho me importado muito com o que faço com o que digo e, principalmente com o que quero pra minha vida. Se isso que chamamos de vida é de fato uma passagem, imagino que o compromisso seja mais sério do que imaginamos. Então, acredito vale deixar uma contribuição sincera, algo que valha para as pessoas. 


 Toda essa modernidade trouxe consigo um pensamento que na minha humilde opinião está adoecendo o mundo. Lute e conquiste seu espaço, seja como for, e lembre-se: Quanto mais, melhor. Devíamos sim lutar por um mundo mais justo, buscar somente o necessário. Cada vez mais percebo um mundo tomado pelo egocentrismo. A coletividade vem perdendo espaço e significado. Está havendo uma enorme transformação na maneira de pensar/encarar os desafios diante do que chamamos de vida. Pode até parecer exagero da minha parte, mas noto que a cada dia estamos menos humanos. 


 Esse vídeo é o resultado de um trabalho para o curso Técnico em Publicidade do SENAC, unidade São José do Rio Preto. Fico imensamente feliz por ver o resultado final de um trabalho que foi conduzido com muita seriedade por todos que estiveram envolvidos nesse projeto. Espero que todos gostem, aliás, fiquem à vontade para compartilhá-lo também.

 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Blog Music

Na correria do dia a dia, nunca tenho tempo para ouvir música com calma. Então, aproveito sempre a madrugada. Como durmo mais tarde, aproveito para ouvir algum disco ou música específica. Aprecio o trabalho das bandas atuais, ouço com atenção, sempre aparece alguém com uma proposta bem bacana. Conferi o trabalho póstumo da Amy Winehouse, está muito bem feito, para quem gosta do gênero musical dela, é um prato cheio. Outro artista que continua um espetáculo é o Seal, esse cara é sensacional. Também está com um novo trabalho na praça, o Seal dispensa comentários, excelente. Quem também tem me encantado com seu trabalho, é o Bruno Mars, o cara é sem dúvidas o Príncipe da América. Talentosíssimo, brilhante.


Amy Winehouse - Valerie ('68 Version)

 

Seal - Wishing On A Star

 

 Bruno Mars - Grenade

 

O que está acontecendo com a música?



Acredito que todos gostem de música. Aliás, nunca conheci alguém que não gostasse de ouvir música. Será que existe alguém? Nesse mundo maluco não é de se duvidar, não é? A música consegue exprimir todos sentimentos. Noto que hoje a música tomou uma proporção além daquilo que foi imaginado um dia. Ficou popular, hoje “todos” fazem música, ela se transformou completamente em negócio. A música pode sim ser mais um produto para nós consumidores, mas não se pode perder o objetivo da música. Encantar, emocionar, ser forte, tocante, verdadeira e original. 


Com todo o aparato tecnológico disponível hoje, tornou fácil produzir música. Todas as semanas milhares de novas músicas surgem. Já não existe aquele capricho de antigamente. Tenho a impressão de que a qualidade foi deixada em segundo plano. O que vale é criar uma música chiclete para virar a próxima moda de alguma estação. A tecnologia também possibilitou o acesso às músicas com mais facilidade. Nesse ponto acredito sinceramente que o rádio perdeu muito do seu charme por conta dessa comodidade oferecida pela tecnologia. Antes, era pelo rádio que ouvíamos os lançamentos. Demorava um bom tempo para o disco chegar às lojas. Já hoje em instantes de pesquisa e alguns cliques, lá está à música no seu HD. Aquela ânsia pela descoberta de um trabalho inédito já não existe mais.


 Chamar tudo que toca por aí de música é muito triste. A música é uma arte e cada vez mais está ficando simplório. Algumas pessoas sempre dizem que esse discurso é infundado. É bem simples, vou propor um desafio. Tente se lembrar de dez músicas de 2000 para 2005, mas tente se lembrar do ano exato. Agora volte até os anos 80 e faça o mesmo e note a diferença. Pode parecer um papo saudosista, mas não é, o fato é que tudo está indo rápido demais. A música perdeu o sabor, apenas quer a massa, quer ser consumida não pelo sabor, mas pela maior quantidade de pessoas. Não temos tempo de avaliar, de ouvir com calma, de saborear o trabalho. O disco já vem com as músicas que devem ser (ouvidas) trabalhadas e, em questão de meses um novo disco chega às lojas. O valor maior está na quantidade e não na qualidade. As letras das músicas mais tocadas no Brasil são sempre de conteúdo com forte apelo sexual, até o duplo sentido perdeu espaço, pois vale ser direto e descarado. Não vejo vantagem, pois isso faz com que à música diante de sua grandeza, sentido e poder seja desvalorizada por ser aceita de qualquer forma.




"A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende."
                                                                                          Schopenhauer

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Blog Music

Essa música é muito boa. Consegue me transportar para meu tempo de adolescente.

Paulo de Faria





Minha terrinha querida completa 73 anos de emancipação política hoje. Interior do interior de São Paulo. Digo assim porque costumo ver nos noticiários que uma cidade do interior, geralmente tem por volta de vinte mil habitantes, e como Paulo de Faria tem por volta de oito mil, me parece mais justo dizer interior do interior. Embora o interior seja injustamente castigado por comentários maldosos, creio que seja um lugar bom pra viver. No que diz respeito aos jovens, de fato, toda cidade de interior não oferece infra-estrutura para acolher todos após seus estudos. Faltam sim milhares de coisas que uma cidade de grande porte oferece.  Daí, o jeito é buscar oportunidade em outros lugares. 


Paulo de Faria é um lugar de gente batalhadora, lugar onde nasci e cresci, e tenho muito orgulho. Lugar de pessoas inteligentíssimas. Terra produtiva, berço do rodeio em touros. Sim, mesmo aqueles que não conhecem Paulo de Faria, devem saber que quando se fala em tradição no rodeio, Paulo de Faria fica atrás apenas da cidade de Barretos. Já não temos o prestígio de antes nesse circuito que só cresceu de lá pra cá. Circula um mito de que no interior as pessoas são menos inteligentes, que aqui não temos o conhecimento que o pessoal da capital tem. 


Aí você pode pensar: Exagero seu. 


Digo de coração que não é, e direi o porquê. Certa vez comentei com uma conhecida que trabalho na área da comunicação, especificamente no rádio. Ela perguntou: Mas como você fala? Eu disse que falava como qualquer profissional fala no rádio. Ela então pediu para ouvir, pois acreditava que falávamos como caipiras, pois era daquela maneira que ela visualizava o interior. Para resumir, é como a visão que muitos americanos desinformados têm do Brasil. Continuando, no interior como é comum as pessoas se encontrarem com frequência, a tendência é que isso gere comentários alheios. Talvez esse mau costume que não é um mal de interior, seja o que mais deixe as pessoas irritadas. 


O que mais me incomoda no interior sem dúvidas é a política. Não vou aprofundar nesse tema para não perder tempo. Depois desse tempo todo sinceramente, gostaria de ter colaborado mais, ter oferecido mais naquilo que “suponho” conhecer. Ainda assim, entendo que existem milhares de pessoas que podem e estão colaborando para o progresso dessa cidade que amo de coração.  Aonde quer que eu esteja sempre terei orgulho de dizer de onde sou, pois foi aqui que aprendi da forma mais fácil e na maioria das vezes difícil, o caminho que devo trilhar para alcançar meus objetivos. 



Genial?

Imagine um avião com problema no trem de aterrissagem dianteiro na hora de pousar. Nessa hora surge uma caminhonete que se põem à frente do avião e o ajuda no pouso. Acha impossível? Pois aconteceu, veja o vídeo abaixo.



Não me canso de dizer que a criatividade quando elevada surpreende. Muitas vezes penso que deve ser uma mistura de ousadia com a ideia do impossível. O vídeo se trata da nova peça publicitária da NISSAN, que está divulgando o mais novo modelo da caminhonete Frontier 2012.  Sejamos sinceros, ficou sensacional.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Até onde vai?

Já tem alguns dias que não escrevo aqui no nosso espaço. Hoje, gostaria de falar sobre um tema que está em voga, liberdade de expressão. Nunca foi tão fácil expor, emitir uma opinião sobre qualquer tema com a ascensão das redes sociais. E isto é fascinante, basta olhar o passado e vamos perceber que, vivíamos em uma época onde a comunicação tinha somente uma mão. Éramos basicamente receptores. Já hoje, com toda tecnologia disponível, recebemos, transmitimos, formatamos e opinamos. Vivemos em plena à era da informação e, devemos transformá-la em conhecimento e construir novos meios, soluções e alternativas para melhorar o meio ao qual pertencemos. Porém, noto que, estamos utilizando está grande rede que deve ser trabalhada e explorada de forma coletiva, de forma particular e várias vezes, em benefício de um pequeno grupo que visa apenas favorecer suas ambições. É visível na maior parte das publicações nas redes sociais, o despreparo da maioria no que diz respeito à opinião. Opinar sobre qualquer tema que esteja em questão necessita que a pessoa no mínimo leia o que foi posto em discussão. Mas digo ler com atenção para não dar furada. Na maioria das discussões que às vezes acompanho no facebook e até no Orkut, são sempre por dois motivos. Falta de conhecimento sobre o tema posto para apreciação, ou puro egoísmo. A maioria não admite ter sua fala minimizada e muito menos desqualificada, essa é uma grande verdade, acredite. Os debates e discussões de hoje, já não são para chegar a alguma conclusão, onde o conjunto de ideias forma um melhor entendimento sobre uma questão. O lema na maior parte dos casos é: Quem sabe mais e quem é o melhor. Essa liberdade alinhada ao despreparo de alguns egoístas que se apóiam no livre direito de se expressar e utilizam o argumento de que à liberdade não pode ser assistida, virou um caos. Sinceramente, nenhum tipo de censura é legal ou positiva. Mas, estão confundindo liberdade de se expressar com direito de ridicularizar, um vale tudo. Como no caso do humor, que gerou um grande debate acerca do direito de expressão sem limites. E o respeito? E o bom senso? Não cabem como instrumento de avaliação? O argumento utilizado é que estão cerceando um direito que pertence à sociedade. Em alguns casos não existe essa restrição toda que foi colocada, já em outros, cabe sim assistir e orientar para não desandar como tem acontecido. Aquele moço do CQC foi infeliz nos dizeres em rede nacional. Classificar aquilo de piada é uma ofensa ao humor para seu objetivo. A última que está circulando segue a linha mais ridícula e escrota que já pude conferir. Está circulando um cartão, onde o livre direito de se expressar diz na imagem que a filha do Roberto Justo (aquele apresentador mesmo), para quem não sabe ele tem uma filha com uma síndrome (pesquise para mais detalhes), enfim, mostra uma foto do casal com a filha com os dizeres que a menina veio com defeito (sim, é pra rir, é uma piada). Com isso não quero dizer que deve haver censura, que devem limitar nossos direitos, até porque eu estaria sendo contra o meu próprio direito de expor minha opinião sobre este tema. Penso que nós devemos nos assistir e nos orientar, pois não precisamos de leis (babás) que nos digam o que é certo, errado ou até onde podemos ir. Já estamos crescidos, precisamos usar mais a consciência, o bom senso e principalmente respeitar o próximo, só assim estaremos no rumo certo.    

sábado, 26 de novembro de 2011

Blog Music

Vou aproveitar também para postar algo que curto ouvir em particular. Embora eu seja tachado de ser apenas pagodeiro (por conta da raiz), o que também sou e com muito orgulho, meu gosto musical vai muito além do pagode. Sem preconceito contra os demais gêneros, aquilo que não me agrada, procuro não ouvir e, também não participo de debates onde o objetivo é defender o meu e menosprezar o gosto do outro. Esse som me faz relaxar e pensar em coisas boas, assim bem simples.


Exemplo

Ontem durante uma das minhas rotineiras viagens com o pensamento, me peguei numa reflexão: 


Vivemos na época em que a maioria quer e está mais preocupada em ter razão diante de suas afirmações/conclusões e atos do que dar o exemplo. 


 Aí me questiono; Será que dar o exemplo, fazer o certo, ser justo, partir do princípio do igual para igual é tão complexo assim? Visualizando as postagens no facebook durante a tarde, acabei por encontrar um vídeo bastante interessante, que nos ensina de forma clara o que significa dar o exemplo.


 

 O exemplo não é a melhor maneira de ensinar... É a UNICA!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Lá vem mais um dia 20

Anualmente temos duas datas importantes para o povo negro. Dia 13 de maio, abolição da escravatura e, 20 de novembro, dia da Consciência Negra. 20 de Novembro é o dia em que o povo deve refletir acerca da inserção do negro na sociedade, lembrar especialmente daquele que tanto lutou pelos nossos direitos, Zumbi dos palmares.  Essas datas são muito importantes para o negro, disso não tenho nenhuma dúvida. Mas querer debater sobre igualdade e dignidade humana nos tratando como negros e brancos não dá, a discussão não flui. E debater apenas uma vez a cada ano é pouco para alcançar o objetivo de fato desejado, como vem acontecendo há anos. 

A cada ano noto o aumento de políticas afirmativas que nascem com o intuito de amenizar essa desigualdade racial e também social que assola nosso País.
O assunto cotas consegue me tirar do sério fácil. É um debate entre quem sofre de um lado e tem suas dificuldades, contra quem levanta o falso discurso e se apóia no famoso: somos iguais e não existe tanta desigualdade assim. Eu também sou contra as cotas, oras. Vamos melhorar o ensino básico, estamos carecas de saber que o grande problema no Brasil é a péssima qualidade da educação inicial. E, enquanto a praga do discurso brancos contra negros e vice/versa continuar sendo à frente na questão, vamos continuar acreditando que estamos fazendo justiça e tendo algum progresso. 

Esse papo de que o negro é melindroso é outro papo furado também. É notória a perseguição em lojas e departamentos, isso sem contar com aquela cara de medinho que sentimos no fulano que está ao nosso lado durante a noite no ponto de ônibus.    

Enfim, parabéns para nós, nós moldamos e transformamos o mundo nisso.

“Não é o lugar que eleva o homem, é o homem que eleva o lugar”

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Old School Heroes

O artista Chileno Fab Ciraolo, dando um visual sob sua ótica para os heróis dos anos 80. Visual bem retrô, claro. A criatividade sempre terá lugar de destaque nesse nosso espaço.


























Mais ilustrações aqui:

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Kagemu

A criatividade quando se emprega da melhor forma, na pratica sempre impressiona.

Pessoas Incríveis Juntas

Stevie Wonder & Bob Marley

Charlie Chaplin and Mahatma Gandhi

Frank Sinatra and JFK

Lady Gaga and Tony Bennett

Obama and Kobe Bryant 

Paul McCartney & Michael Jackson

Mais fotos aqui:

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Tirinhas do Zodíaco chega ao fim

O bacana da internet sem dúvidas é o compartilhamento, sem ele não teríamos chance de conhecer milhares de criações incríveis, coisa de gente com criatividade ímpar. Uma dessas é o site http://tirinhasdozodiaco.blogspot.com/. Aqui os autores abusam da criatividade usando do bom humor, aliás, humor de primeira que retratou o desenho Cavaleiros do Zodíaco da forma mais hilária que já pude conferir. É um humor bem sacana acerca dos personagens, super inteligente, brilhante. É um tipo de humor bem específico, só quem acompanhou o desenho que entenderá a maior parte das piadas que, aliás, nem sempre são voltadas apenas para as histórias do desenho em si. Infelizmente o projeto chegou ao fim.


 Os Cavaleiros do Zodíaco fizeram sucesso no Brasil desde a época de seu lançamento na TV Manchete, em 1994. De lá pra cá, os fãs do desenho tem utilizado a internet para encontrar informações e conversar sobre a série. Dos milhares de sites sobre cavaleiros, um se destacou há mais de 10 anos e hoje é a principal referência brasileira sobre a série: o CavZodiaco.com.br. Além de constantemente traduzir informações diretamente do Japão, a equipe do site também já ajudou em publicações oficiais da série no Brasil.

Vale conferir o trabalho bem feito desses autores.

http://tirinhasdozodiaco.blogspot.com/

O Sonho Americano

Como funciona o sistema financeiro americano. É uma aula em forma de animação. Fantástico. Embora seja uma animação, é bem sucinto, divertido, real e muito assustador. Não é diferente da realidade que vivemos até o presente momento. 

 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011



 Nosso amor é demais
E quando o amor se faz
Tudo é bem mais bonito
Nele a gente se dá
Muito mais do que está
E o que não está escrito...

Quando a gente se abraça
Tanta coisa se passa
Que não dá prá falar
Nesse encontro perfeito
Entre o seu e o meu peito
Nossa roupa não dá...

Nosso amor é assim
Prá você e prá mim
Como manda a receita
Nossas curvas se acham
Nossas formas se encaixam
Na medida perfeita...

Este amor é prá nós
A loucura que trás
Esse sonho de paz
E é bonito demais
Quando a gente se beija
Se ama e se esquece
Da vida lá fora...

Cada parte de nós
Tem a forma ideal
Quando juntas estão
Coincidência total
Do Côncavo e o Convexo
Assim é nosso amor
No sexo...

Este amor é prá nós
A loucura que trás
Esse sonho de paz
E é bonito demais
Quando a gente se beija
Se ama e se esquece
Da vida lá fora...

Cada parte de nós
Tem a forma ideal
Quando juntas estão
Coincidência total
Do Côncavo e o Convexo
Assim é nosso amor
No sexo...

Friends With Benefits

O filme se desenrola acerca do sexo casual. Abordado de forma inteligente e divertida. Só não vale assistir com um amigo e pensar no mesmo. kkkkkkk

Quebrando Tabu

Acredito que eu nunca tenha dito aqui no nosso espaço, que sou fascinado por documentários. Já vi vários, continuo e não me canso de assistir. Assuntos variados, principalmente no que diz respeito à natureza do homem. Ao chegar em casa após o trabalho, fui dar uma olhada no PC para ver o que tinha de interessante para assistir. Acabei lembrando que tinha o doc do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, aquele famoso assunto sobre maconha. Particularmente, antes de formar minha opinião sobre qualquer assunto, acredito que o mais justo seja nos inteirarmos sobre a questão. Já tinha lido algo relacionado, ainda assim, estava ansioso para ver esse documentário.


 Antes de tudo, quero deixar claro que não sou fumante, sem qualquer tipo de problema ou preconceito com quem fuma, seja um cigarro comum ou maconha. Esse doc vem com a missão de trazer mais detalhes a respeito desse assunto que ainda é tratado como tabu. De longe, o Brasil demonstra imaturidade diante não apenas dessa, mas também de outras várias questões. Falta informação, é muita gente se posicionando de forma infantil e moralista diante do uso da maconha.


Talvez alguém venha pensar; Então você é favorável à liberação? Essa é grande questão pela qual se deve assistir o documentário, ninguém está propondo liberar como se fosse comprar feijão no supermercado. A proposta é outra, o debate é sério e cuidadoso, informações são fornecidas sobre o que está sendo feito fora do Brasil. Para quem tem dúvidas e gostaria de formar melhor sua opinião, é um ótimo documentário, bem esclarecedor





Aliás, existe um documentário que saiu bem antes desse que se chama: Cortina de fumaça. É bem interessante também, vale assistir.

 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Humanidade

Para onde foi esse sentimento?

 

The Great Debaters


Filme fantástico, direção de ninguém menos que: Denzel Washington, que atua ao lado do também ganhador do Oscar Forest Whitaker. Filme produzido pela produtora da Opra Winfrey. A história que é baseada em fatos reais se passa na década de 30. Imagine o que os negros passaram nesse período. Dificilmente encontrará esse filme em alguma locadora, mas vale vasculhar o youtube que por lá deve ter ele na integra.


 

 "Fazemos o que temos que fazer para fazermos o que queremos"

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Internet



Tenho acompanhado alguns debates e também lido algumas matérias relacionada ao tema: Mau Uso da Internet. Se observarmos com mais detalhes, vamos perceber que estamos aprendendo a entender o que é isso tudo, esse “outro” mundo, esse espaço onde podemos quase tudo. Não sou da turma mais antiga da internet, mas cheguei a esse mundo quando a única opção para diversão eram os famosos bate-papos. De lá pra cá tudo mudou muito rápido, já não dá pra calcular onde estamos ou pra onde estamos indo. É uma enxurrada de informação que vem de todos os lados, estamos indecisos. No nosso querido e amado País, nós temos um sério problema. Nós não assumimos a situação e isso leva crer que tudo está tudo bem, tudo ok quando realmente não está. Assim como na Política e Educação, a internet também está sendo um problema, mas falta assumir a existência desses problemas. Não estamos sabendo lidar corretamente com esse todo que está diante de nós. O Google afirmou esse ano que, 90% dos usuários não sabem fazer uma pesquisa eficiente no “sabe tudo” deles. O You Tube afirmou que apenas 3% dos vídeos têm conteúdo considerado relevante. O espaço onde tudo era limitado se tornou mais amplo do que o esperando, em muitos casos chegando ser ilimitado. E o que nós estamos fazendo com esse espaço todo? Sinceramente, acredito que a internet se tornou uma espécie de versão 2.0 dos nossos antigos problemas. Tem muito conteúdo sim e muita coisa boa, mas a questão é que o mau uso ainda impera. O mau uso toma conta do pedaço, principalmente nas redes sociais e isso por uma simples falta de orientação. Pessoas chegam aos milhares dentro da internet sem saber como são as coisas. Talvez, possa vir aquele pensamento; Será que não é exagero? É só olhar e ler o que estão publicando, como estão encarando o espaço virtual. Internet não é um espaço para total seriedade, mas deve ser levada a sério. Será bom se essa reflexão for feita pelo coletivo e não apenas por um grupo de pessoas que ditam o que os outros têm que fazer. Esse método já mostrou sua total ineficácia. Devemos lembrar que somos parte de tudo isso que está ocorrendo, nós somos o combustível, nós moldamos e criamos e o caminho. É bom lembrar que os nossos pequenos estão lá atrás e vão trilhar o caminho que construímos. Está faltando bom senso para entender o que é publicável, nem tudo é conteúdo, ainda que pareça. Em vários casos o nível de exposição vai além do necessário, o espaço acaba se transformando em uma extensão do seu cotidiano para o virtual. Ofensas e xingamentos desnecessários (aqueles velhos problemas), lamentações, procura pela visibilidade a qualquer custo. Enfim, todo tipo de coisa.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Lembre-se

"Que cada um de nós ponha à disposição dos outros o dom que recebeu"





Music

Não tenho palavras que definam com clareza o sentimento que toma conta do meu ser quando ouço essa canção do Coldplay. Lembra os amigos, lembra felicidade, é tudo tão bonito, tão sincero. De alguma forma essa canção me transporta para um estado de espírito elevado, tem que sentir, não da pra explicar. Só sei dizer que é bom demais, maravilhoso.

 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

TEDxSP

Mundo Encantado

Sim, o mundo encantado existe, eu estive lá. 



O que tem lá? Tem natureza,





Tem criança brincando como criança.





Bonecas felizes





Ahhhh! Se tiver criança, tem que ter doce, muito doce.



Tio, não é doce que fala, é festa. Então tá, tem festa, muita festa.



Os adultos, o que eles fazem por lá? Em vários momentos os adultos são tão crianças como as crianças. Lá no mundo encantado só é permitido sorrir, cantar e viver feliz ao lado daqueles que fazem com que você compreenda o real motivo que nos faz crer no porque somos e devemos valorizar cada segundinho nesse algo temporário que nos ensinaram a chamar de vida.

p.s. A frase mais linda do final de semana.

Tio, o senhor devia ser babá. Ah é, por quê? Porque o senhor é divertido e sabe ser criança. Ouvir isso de uma criança não tem preço.   


Laerte-se

Há muito já havia visto a divulgação do documentário da Laerte. Num primeiro instante não me chamou muito atenção por compreender o conte...